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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Repórter da Veja se comporta como assaltante no prédio do irmão de Lula e é detido pela polícia.

Na última quarta-feira (25), por volta das 10hs da manhã, a babá dos netos de Frei Chico (irmão do presidente Lula) atendeu um sujeito que se identificou pelo interfone como entregador de livro.

Ao abrir a porta, o elemento anotou o nome, RG e CPF dela, e passou a ter um comportamento suspeito. Em vez de entregar livro como havia dito, começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores.

Percebendo o comportamento típico de assaltante, a babá trancou a porta e avisou a portaria. A Polícia Militar foi chamada.

O elemento fugiu das dependências do condomínio, sendo detido nas redondezas pela PM, quando se identificou como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.

A família de Frei Chico registrou boletim de ocorrência na delegacia de polícia.

Esse é o final da história de assédio pelo elemento da Veja, que começou dias antes com telefonemas e ameaças.

Ulisses Campbell é o elemento que publicou uma mentira absurda revista Veja de Brasília, dizendo que "Thiago, que seria sobrinho do ex-presidente Lula, terá uma festa de aniversário de três anos com custo de 220 mil reais e Ipads de presente para os convidados".

Lula desmentiu em seu instituto. Sequer tem sobrinho com este nome residindo em Brasília.


O elemento da Veja, pego na mentira, tentou fabricar outra matéria. Viajou de Brasília para o estado de São Paulo, e passou a usar nomes falsos e assediar a família de Frei Chico.

No boletim de ocorrência, o filho de Frei Chico relatou:

Tucanos fogem para não assinar CPI da sonegação do HSBC suíço

Nenhum senador do PSDB assinou o requerimento da CPI da sonegação no HSBC suíço.

Nem Álvaro Dias, nem Aécio Neves, nem José Serra, nem Aloysio Nunes, nem Anastasia, nem Cassio Cunha Lima, todos salientes quando trata-se de atacar os outros, estão caladinhos sobre o assunto e não assinaram o requerimento.

O comportamento é suspeito, confirmando que PSDB parece ter muito o que temer se esta lista vier ao conhecimento público.

Até dois senadores do DEM assinaram (não é o José Agripino).

Todo mundo sabe que se tivesse petista na lista, já teria vazado. O jornalista Fernando Rodrigues do UOL (Grupo Folha, amigo dos demotucanos) senta em cima da lista e vaza a conta gotas o que já saiu na imprensa estrangeira há duas semanas.

Isso só faz aumentar as suspeitas de que se a lista for publicada voa pena de tucano para tudo quanto é lado.

O comportamento de blindar os nomes da lista também levanta suspeitas de que pode haver "barões da mídia" no meio.

Eis os 31 senadores que já assinaram:

Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
Jorge Vianna (PT-AC)
José Pimentel (PT-CE)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Paulo Rocha (PT-PA)
Regina Souza (PT-PI)
Walter Pinheiro (PT-BA)

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Randolfe Rodrigues (Psol-AP)

Marcelo Crivella (PRB-RJ)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Romário (PSB-RJ)

Roberto Requião (PMDB-PR)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Waldemir Moka (PMDB-MS)

Cristovam Buarque (PDT-DF)
Reguffe (PDT-DF)
Telmário Mota (PDT-RR)

Hélio José (PSD-DF)
Omar Aziz (PSD-AM)
Otto Alencar (PSD-BA)
Sérgio Petecão (PSD-AC)

Magno Malta (PR-ES)

Gladson Cameli (PP-AC)

José Medeiros (PPS-MT)

Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Wilder Morais (DEM-GO)

Globo sumiu quando Randolfe anunciou CPI da sonegação no HSBC suíço #GloboMostraDARF


Cadê o indefectível microfone da TV Globo nesta foto?

A foto é do fim da manhã desta quinta-feira (26), no momento em que o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) dava entrevista anunciando que conseguiu o apoio de 31 colegas para abrir uma CPI da sonegação fiscal por meio de contas no HSBC, na Suíça.

São quatro assinaturas a mais que o mínimo necessário para instalação de uma comissão parlamentar de inquérito.

Na foto tem microfone da TV Record, da Rede TV, da CNT, da TV Senado e de algumas rádios. Mas da Globo, nada.

O parlamentar é um dos que tem defendido a necessidade de investigação do caso e uma cobertura mais ampla por parte da imprensa. Em discurso na terça-feira (25), ele lembrou que jornais do mundo inteiro estão noticiando, diferentemente do que ocorre no Brasil:

- O que me chama atenção é que, embora o Brasil seja o quarto em número de clientes e o nono em depósitos [no HSBC], temos poucas notícias sobre isso por aqui. É fundamental que esse assunto venha à tona. Um escândalo dessa proporção, no qual contas de brasileiros estão envolvidas, necessita de uma imediata resposta por parte das autoridades brasileiras - defendeu.

Globo nunca mostrou o Darf

Em 2013 estourou na internet o escândalo de sonegação de Imposto de Renda na compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 da FIFA pela TV Globo, através de operações em paraísos fiscais.

Desde 2008 a emissora já era citada no escândalo das propinas a cartolas da FIFA, inclusive aos brasileiros Ricardo Teixeira e João Havelange.

Desde as manifestações de rua de 2013, o povo pede para Globo mostrar o Darf. Alguns protesto contra a sonegação foram feitos na porta da emissora. Mas o assunto não aparece na pauta do noticiário global.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A conexão entre o escândalo Agripino e o tucanato paulista


Delator afirma ter pago  propina a coordenador de campanha de Aécio Neves (PSDB), senador do RN, presidente do DEM, e ter gravações para provar. O entorno do coordenador da campanha de Aécio Neves é mais conectado ao Sudeste do que se imagina
 O senador José Agripino Maia (DEM-RN) se vê no olho do furacão com seu nome no noticiário acusado de receber propina milionária do empresário George Olimpio, relativo ao sistema de Inspeção Veicular no Rio Grande do Norte.Em agosto de 2014, Olímpio prestou depoimento ao Ministério Público Estadual após fazer acordo de delação premiada,...Continue lendo aqui

Lula: Defender a Petrobras é defender o Brasil e os trabalhadores brasileiros

Em discurso histórico no ato em defesa da Petrobras, o presidente Lula arrebentou.

Em um parágrafo Lula deu uma aula de história viva sobre todo o ciclo de desenvolvimento nacional que vivemos e que está sob ataque:
"Vamos defender a Petrobras, porque defender a Petrobras é defender o Brasil, defender o Brasil é defender os trabalhadores brasileiros, defender os trabalhadores é defender a democracia, e defender a democracia é a gente defender a continuidade de um processo de revolução social que aconteceu neste país nestes últimos anos".
Vídeo na íntegra:

Boechat afirma: boato diz que “Aécio é a estrela da oposição que aparecerá na Lava Jato”

Na rádio e na tv BandNews, o jornalista Ricardo Boechat fez um comentário onde disse ter ouvido boatos (ressalvando que por enquanto ainda é boato), de que Aécio Neves (PSDB-MG) seria o principal nome que está na lista de políticos envolvidos com corrupção decorrente da Operação Lava Jato.

É esperado para até sexta-feira, o anúncio do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, dos pedidos de inquéritos para investigar deputados, senadores e governadores.

Eis o vídeo de Boechat na BandNews:

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Agripino Maia, presidente do DEM é acusado de receber R$ 1 milhão em propina


Um empresário do Rio Grande do Norte admitiu ter pagado propina para aprovar, na Assembleia Legislativa, uma lei sob medida para os seus negócios no Detran estadual. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, George Olímpio contou ter dado dinheiro ao atual presidente da Assembleia, ao ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), já falecido, ao filho da ex-governadora Wilma Faria (PSB), Lauro Maia, e ao senador José Agripino Maia (DEM-RN), presidente nacional do DEM, ex-líder do partido e coordenador-geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB).A fraude, de acordo com ele, começou com a prestação de serviços de cartório de seu instituto para o Detran do Rio Grande do Norte. Cabia à empresa de George cobrar uma taxa de cada contrato de carro financiado no estado. Segundo ele, de cada R$ 75 cobrados pelo serviço, R$ 15 foram distribuídos como propina a integrantes do governo entre 2008 e 2011.

O empresário contou que, em seguida, comprou o apoio de políticos locais para aprovar uma lei que tornava obrigatória a inspeção veicular no estado, inclusive para carros zero km. Caberia novamente à sua empresa o comando dos serviços, mas o negócio foi barrado pelo Ministério Público por suspeita de fraude. As revelações da Operação Sinal Fechado, na época, levaram à prisão em caráter preventivo o então suplente de Agripino, João Faustino (PSDB-RN), acusado de atuar como lobista do grupo,  como mostrou o Congresso em Foco. (Tucano suplente de Agripino é preso em Natal)

Em entrevista ao Fantástico, George Olímpio afirmou que deu R$ 1 milhão a Agripino após pedido feito pelo senador. O delator afirma que Agripino lhe disse, inicialmente, ter conhecimento de que ele havia destinado R$ 5 milhões para a campanha de Iberê. O empresário contestou a informação e disse que havia repassado R$ 1 milhão ao então governador.

“Ele [Agripino] disse: pois é, e tal, como é que você pode participar da nossa campanha? Eu falei R$ 200 mil. Disse: tenho condições de lhe conseguir esse dinheiro já. Estou lhe dando esses R$ 200 mil, na semana que vem lhe dou R$ 100 mil. Ele disse: ‘pronto, aí vai faltar R$ 700 mil para dar a mesma coisa que você deu para a campanha de Iberê’. Para mim, aquilo foi um aviso bastante claro de que ou você participa ou você perde a inspeção. Uma forma muito sutil, mas uma forma de chantagem. R$ 1,15 milhão foram dados em troca de manter a inspeção”, disse o delator ao Fantástico.

Residência oficial

O empresário contou, ainda, que o esquema de corrupção era negociado na residência oficial da então governadora Wilma de Faria, hoje vice-prefeita de Natal. O negociador, segundo ele, era Lauro Maia, filho de Wilma. “A gente marca o encontro no escritório, exatamente para eu repassar esse dinheiro a ele. Todo mês era feito o encontro de contas”, afirmou o delator.

George disse ter contado com o apoio do atual presidente da Assembleia, o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PMDB), para aprovar a obrigatoriedade da inspeção veicular sem qualquer discussão nas comissões temáticas da Casa. “Eu digo: de quanto é que seria essa ajuda? Aí o Ezequiel me diz: George, uns 500 mil. Eu tenho como pagar 300 mil. Eu dou 150 quando for aprovado e os outros 150 você me divide em três vezes”, contou o delator. Ezequiel foi denunciado semana passado pelo crime de corrupção passiva.

Faturamento bilionário

Em 2011, quando o esquema da inspeção veicular veio à tona com a Operação Sinal Fechado, 34 envolvidos foram denunciados, inclusive o empresário. Mas só no ano passado ele decidiu colaborar com as investigações.

Com essa fraude, o grupo criminoso pretendia faturar R$ 1 bilhão ao longo de 20 anos de exploração de uma concessão pública, segundo o Ministério Público.

“Ele estava se sentindo abandonado pelos comparsas, pelos demais membros da organização criminosa e ele, temendo ser responsabilizado penalmente sozinho, procurou o Ministério Público em troca de colaborar para ter a obtenção de alguma espécie de benefício”, disse a promotora de Justiça Keiviany Silva de Sena. Assim como Lauro Maia, Ezequiel e a família de Iberê negaram qualquer envolvimento com o caso. Do congresso em foco, e foi publicado um notinha no fim da página da Uol

Sabesp:Falta d'água em região pobre é culpa do cliente, nos bairros ricos a culpa é da seca


Documentos internos da Sabesp obtidos pelo iG orientam os funcionários da Ouvidoria da empresa a responsabilizar o cliente de baixa renda pela falta de água em seu imóvel. Para os demais, a explicação atribui a seca à redução de pressão - que também ocorre nas áreas pobres. A Sabesp afirma que não chegou a implementar a medida.

As orientações, produzidas em janeiro, estabelecem três respostas-padrão a serem dadas aos clientes que vivem nos locais onde a Sabesp tem feito a redução de pressão, e ligam para a Ouvidoria para se queixar de falta de água.

"A falta d'água na sua região foi ocasionada por gestão da pressão com intermitência conforme programação divulgada no site da Sabesp e Central de Atendimento Telefônico", diz o texto destinado aos clientes em geral. O atendente, então, informa o reclamante do período em que haverá redução de pressão naquele local.

Para os clientes de baixa renda, entretanto, a explicação é outra.

"Falta d'água ocasionada por falta de reservação adequada", diz o documento. "Para mitigar o impacto, o cliente recebeu a doação de uma caixa d'água por meio do programa Água, Sabendo Usar, não vai Faltar." Até hoje, a Sabesp distribuiu 500 caixas d'água.

Os documentos também orientam a Ouvidoria a mandar uma equipe de fiscalização para verificar o problema apenas se o cliente relatar falta de água há mais de dois dias.

Reclamações deixam de ser computadas

Os documentos também indicam que a Sabesp deixou de contabilizar como reclamações as queixas de falta d'água feitas à Ouvidoria.

"Em caráter precário e provisório a Ouvidoria não fará o acatamento de reclamação de falta de água primário. Quando o cliente ligar pela primeira vez, o acatamento será feito como solicitação de informação", determina o documento, que foi enviado no início deste mês por e-mail às equipes responsáveis pelo atendimento.

Em 2013 - último dado disponível - o número de reclamações à Ouvidoria cresceu 14%, de 42.174 para 48.067, segundo as informações prestadas aos acionistas da empresa. Informações Ig

Empresas preveem investir R$ 1,4 tri no Brasil


Empresas dos setores industrial e de infraestrutura estão prevendo expansão dos investimentos no quadriênio 2015­2018. Pesquisa feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES) mostra que os dois setores pretendem investir R$ 1,38 trilhão no período, mais do que o R$ 1,11 trilhão aplicado efetivamente entre 2010 e 2013 ­ o banco não incluiu 2014 no levantamento.

Segundo o BNDES, o total de investimento previsto para este e os próximos anos vai gerar  encomendas no total de R$ 928,82 bilhões, 13,71% mais do que no período
anterior. Este é o efeito indireto do que será investido pelas indústrias e as empresas de infraestrutura.
Apesar do baixo crescimento da economia brasileira nos últimos anos e da possível contração do Produto Interno Bruto em 2014, as empresas dos setores industrial e de infraestrutura estão prevendo expansão dos investimentos no quadriênio 2015­2018. Pesquisa feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

(BNDES) mostra que os dois setores pretendem investir R$ 1,38 trilhão no período, mais do que o R$ 1,11 trilhão aplicado efetivamente entre 2010 e 2013 ­ o banco não incluiu 2014 no levantamento.
Segundo o BNDES, o total de investimento previsto para este e os próximos anos vai gerar encomendas no total de R$ 928,82 bilhões, 13,71% mais do que no período anterior. Este é o efeito indireto do que será investido pelas indústrias e as empresas de infraestrutura.

A pesquisa foi realizada entre outubro e novembro do ano passado, quando o país ainda vivia grande incerteza quanto ao futuro da política econômica. Não se sabe se as entrevistas já captaram o impacto da Operação Lava­Jato sobre as empreiteiras, que estão entre as maiores concessionárias de infraestrutura do país.

Economistas do BNDES consideram que a indústria é mais sensível à fraqueza da economia no curto prazo. Já os investimentos em infraestrutura são de longa maturação e, portanto, devem se manter nos próximos anos por causa das concessões. "Diferentemente da indústria, a infraestrutura, por estar atrasada há tantos anos, tem excesso de demanda. A infraestrutura depende mais de questões regulatórias", disse o economista da área de pesquisa e acompanhamento econômico do
BNDES, André Sant'anna.

O banco revê suas projeções e seus impactos a cada seis meses. A próxima revisão será feita em maio. Cláudio Frischtak, especialista em infraestrutura, acredita que as projeções do BNDES dificilmente serão cumpridas. "A expectativa é que 2015 seja perdido e que acabe contaminando 2016. É difícil esperar que a conjuntura econômica e a Lava­Jato se resolvam em 2015", disse.

Brasil na rota das fábricas de aviões:Fabricantes veem espaço para ampliar venda no país


Três dos principais fabricantes de aviões comerciais do mundo - Airbus, Boeing e Bombardier - continuam firmes na meta de elevar as vendas no Brasil, apesar da instabilidade econômica. A Boeing prevê que em 2017 o número de passageiros domésticos no país atinja 122 milhões, tornando-se o terceiro maior mercado global. Para o presidente da Airbus na América Latina, Rafael Alonso, o tráfego aéreo vem duplicando a cada 15 anos, independentemente das crises econômicas mundiais.

Fabricantes veem espaço para ampliar venda no país

A Boeing prevê que em 2017 o número total de passageiros domésticos no Brasil atinja 122 milhões (era de 90 milhões em 2012), o que tornará o país o terceiro maior mercado do mundo.

Para o presidente Airbus na América Latina e Caribe, Rafael Alonso, o tráfego aéreo vem duplicando a cada 15 anos independentemente das crises econômicas mundiais. As companhias aéreas, segundo ele, fazem seus planejamentos de compras pensando 20 anos à frente.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

TSE nega pedido Aécio Neves para cassar mandato de Dilma


Aécio Neves, que já deu ordens para o PSDB entrar com pedido de cassação do mandato da  no  TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  e  pediu  que o tribunal diplomasse Aécio  e Aloysio Nunes para os cargos de presidente e vice-presidente da República, respectivamente, levou um fora agora oficial. Recebeu um não a seu golpe

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido feito pelo PSDB - a pedido de Aécio -  para cassar o diploma da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer para o mandato iniciado neste ano. No entendimento da ministra, os tucanos apresentaram "de forma genérica supostos fatos ensejadores de abuso de poder econômico e fraude" e não apresentam "início de prova que pudesse justificar o prosseguimento de ação tão cara à manutenção da harmonia do sistema democrático".

Ela negou o prosseguimento da ação de impugnação de mandato, apresentada pelo PSDB no dia 2 de janeiro. "Como justificado no início desta decisão, entendo que a inicial apresenta uma série de ilações sobre diversos fatos pinçados de campanha eleitoral realizada num país de dimensões continentais, sobre os quais não é possível vislumbrar a objetividade necessária a atender o referido dispositivo constitucional", apontou a ministra.

O partido alegava na justiça eleitoral que houve abuso de poder político na campanha de Dilma, com convocação de rede nacional de rádio e televisão, na divulgação de indicadores sociais e por Dilma ter falado sobre  o dia do trabalho e outras datas comemorativas

Também era apontado suposto abuso de poder econômico com realização de gastos de campanha acima do valor limite, financiamento de campanha com doações oficiais.  Aécio solicitava que a justiça eleitoral requisitasse, entre outras coisas, cópias dos inquéritos policiais produzidos no âmbito da Operação Lava Jato.

Ao analisar o pedido do PSDB, a ministra do TSE considerou que há "elevado grau de subjetivismo" nas informações prestadas, "a demonstrar a enorme distância existente entre os fatos de que dispõem e a descrição que deles fazem".

O despacho foi dado no último dia 4 e publicado na quarta-feira, 18, pela Justiça Eleitoral.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Para Dilma, impunidade e engavetamentos tucanos incentivaram e fizeram crescer a corrupção.


Em entrevista na manhã desta sexta-feira (20), a presidenta Dilma Rousseff falou:
“Quem cometeu malfeitos, quem participou de atos de corrupção vai ter de responder por eles. (...) Porque você veja, a gente olhando os dados que vocês mesmos divulgam nos jornais: se em 96, 97 tivessem investigado e tivessem, naquele momento, punido, nós não teríamos um caso desses, um funcionário da Petrobras que ficou, durante mais de dez anos, mais de vinte, quase vinte anos, praticando atos de corrupção
(...)
A impunidade – isso eu disse durante toda minha campanha – ela leva água para o moinho da corrupção então, hoje eu acho que um passo foi dado no Brasil. E é esse passo que nós temos que olhar e valorizar
(...)
[Hoje] Não tem ‘engavetador’ da República. Não tem controle sobre a Polícia Federal, nós não nomeamos pessoas políticas para os cargos da Polícia Federal. E isso significa que junto do Ministério Público e junto com a justiça, todos os órgão do Judiciário, está havendo no Brasil um processo de investigação como nunca foi feito antes. Não que antes não existia [corrupção]. É que antes não tinha sido investigado e descoberto, porque quando você investiga e descobre a raiz das questões, surge, e quando surge a raiz das questões você impede que aquilo se repita e que seja continuado.
(...)
Quem praticou malfeitos foram funcionários da Petrobras, que vão ter de pagar por isso. (…) As empresas, os donos das empresas ou os acionistas das empresas vão ser investigados. Porque a empresa não é um ente que esteja desvinculado dos seus acionistas. Nós iremos tratar as empresas tentando, principalmente, considerar que é necessário criar emprego e gerar renda no Brasil. Isso não significa, de maneira alguma, ser conivente ou apoiar ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer”, declarou.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bolsonaro diz não saber se recebeu dinheiro de Youssef



A declaração de Bolsonaro mostra que, para financiar campanhas e se eleger, o deputado conviveu bem melhor do que se imaginava com o dinheiro da corrupção. Na melhor das hipóteses, fechando os olhos para a real origem do dinheiro que financiava suas campanhas.

Desde 1993, Bolsonaro é filiado ao PP (a sigla já mudou de nome algumas vezes), com um intervalo entre 2003 e 2005, quando integrou o PTB de Roberto Jefferson, e de uma brevíssima passagem pelo PFL, retornando ao PP ainda em 2005.... Continue lendo aqui

Lula desmente mais uma mentira inventada pela revista Veja.


Na semana passada, uma notícia falsa divulgada no Facebook, falava que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia morrido. Esta semana, outra mentira absurda, agora da revista Veja de Brasília, circula pelas redes sociais.

Em sua edição do último sábado, 14 de fevereiro, o jornalista Ulisses Campbell publicou nota onde afirma que Thiago, que seria sobrinho do ex-presidente Lula, terá uma festa de aniversário de três anos com custo de 220 mil reais e Ipads de presente para os convidados. Lula não tem nenhum sobrinho com este nome residindo em Brasília.

Lamentamos que a revista publique informações falsas sem sequer checar a informação e que perfis da internet, como os do vlogueiro Felipe Neto, o da apócrifo Folha Política, e o do site Implicante, entre outras pessoas e veículos de boa e má fé, repliquem tal absurdo.

Apenas este ano já foram divulgados boatos sobre a volta do câncer do ex-presidente, a sua suposta morte e agora a festa de um falso sobrinho, entre outros casos de mentiras, boatos e mau jornalismo.

Repudiamos a divulgação reiterada de notícias falsas sobre o ex-presidente que tem acontecido por perfis apócrifos nas redes sociais ou por veículos jornalísticos pouco responsáveis com seus leitores.

Assessoria de Imprensa
Instituto Lula

STF nega reabertura da Castelo de Areia.Grampos revelaram movimentação do PSDB, DEM, PPS e PSB


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, negou dois recursos que poderiam reabrir a Operação Castelo de Areia, que investigou um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasses ilícitos para políticos envolvendo executivos da empreiteira Camargo Corrêa, entre 2009 e 2011.

A decisão confirma entendimento do Superior Tribunal de Justiça de 2011, que jogou por terra a operação da Polícia Federal ao anular todas as provas produzidas por escutas telefônicas. Na ocasião, a 6ª Turma do STJ considerou os grampos ilegais, porque foram autorizados a partir de uma denúncia anônima. O Ministério Público Federal recorreu ao STF contra a anulação das provas. Na sexta-feira passada, Barroso, que é o relator dos casos no Supremo, negou o seguimento dos recursos.

Os grampos revelaram movimentação da cúpula da empreiteira que citavam ao menos sete partidos - PSDB, PDT, DEM, PP, PPS, PMDB e PSB. Pelo menos outras duas grandes operações da Polícia Federal também foram anuladas na Justiça. O STJ já derrubou provas que davam sustentação à Operação Boi Barrica e à Satiagraha. A primeira apurava suspeitas de crimes cometidos por integrantes da família do ex-presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e a segunda investigou o banqueiro Daniel Dantas, do grupo Opportunity.

Com a deflagração da Operação Lava Jato,  houve uma tentativa do Ministério Público retomar informações da Castelo de Areia.

A anulação da Lava Jato, a exemplo do que aconteceu na Castelo de Areia, é vislumbrada por advogados ligados ao caso como uma saída para livrar executivos da investigação. Na Lava Jato, contudo, a avaliação das defesas é A de que não há uma questão específica que possa ser questionada, como as escutas telefônicas. O que advogados usam como estratégia é o questionamento de diversos atos do juiz Sérgio Moro, que conduz a investigação no Paraná, como a competência da Justiça Federal para apurar os desvios e o impedimento do magistrado.

Justificativa

Ao analisar os recursos do Ministério Público sobre a Castelo de Areia, Barroso apontou que seria necessário fazer o reexame de provas

A jurisprudência do STF permite a escuta telefônica baseada em denúncia anônima, desde que seguida de diligências. O ministro entendeu, contudo, que "tanto a inicial quebra do sigilo dos dados telefônicos do recorrido quanto as demais interceptações telefônicas autorizadas pelo juízo de origem tiveram como único ponto de partida delação anônima". O Ministério Público ainda pode recorrer contra a decisão de Barroso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.