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domingo, 21 de setembro de 2014

Marina mente,de novo:Clientes da candidata desmentem


Entidades revelam quanto pagaram por palestras da candidata do PSB.Com palestras, Marina Silva ganhou 1,6 mi nos últimos 3 anos. Mas berra na propaganda eleitoral que sabe o que é passar fome. Pensa que engana quem? E  o pior, para quem se diz honesta, por que Marina não declarou ao TRE?

Presidenciável havia dito que cláusula de confidencialidade a impedia de dar essas informações

 A cláusula de confidencialidade usada como justificativa pela candidata Marina Silva (PSB) para manter sob sigilo os clientes e valores individualizados de suas palestras não se aplica a todos os seus contratos.

Ao contrário do que Marina tem dito publicamente, quatro entidades disseram à Folha que não assinaram nenhum acordo para tratar como sigiloso o valor pago a ela.

Apesar de a ex-ministra ter revelado à Folha que obteve renda bruta de R$ 1,6 milhão com 72 palestras proferidas entre março de 2011 e maio de 2014, Marina ainda mantém em segredo quem lhe contratou e quanto cada um pagou, alegando que a confidencialidade é imposta por seus contratantes.

Procurada, a assessoria da campanha agora afirma que houve contratos sem cláusula de confidencialidade e sustenta que, posteriormente, a empresa de Marina passou a oferecer essa opção por exigência dos clientes.

"É compromisso público da empresa de Marina Silva divulgar o mais breve possível a lista de todos os contratantes dos serviços prestados que não se opuserem à divulgação dos dados dos contratos. Para isso, todos os contratantes estão sendo procurados para autorizar formalmente a quebra da cláusula de confidencialidade", informou a assessoria.

As palestras, que são sua única fonte de renda desde que deixou o Senado, garantiram-lhe ganho líquido de R$ 1 milhão em três anos.

Durante debate promovido por Folha, UOL, SBT e Jovem Pan no início deste mês, a candidata do PSB explicou que a confidencialidade "é muito mais uma exigência das pessoas que contratam" o trabalho dela do que uma demanda pessoal.

Ela garantiu ainda não ter "nenhum problema em que sejam reveladas as empresas" que lhe contrataram.

A reportagem procurou 32 entidades para as quais Marina deu palestras desde 2011, após ter deixado o Senado.

Das 17 que responderam aos questionamentos da reportagem, quatro revelaram não ter existido nenhum acordo de confidencialidade. Destas, apenas a Fundação Dom Cabral se recusou a revelar o valor das duas apresentações, uma em 2011, em Belo Horizonte, e outra em 2012, em São Paulo.

"Não houve contrato de confidencialidade. Contudo, é praxe da fundação não informar o valor pago a quaisquer de seus palestrantes, por uma conduta da escola", disse a assessoria da entidade.

Mas outras três abriram os dados: a Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais pagou R$ 31 mil, a Associação Brasileira dos Profissionais de Recursos Humanos do Rio repassou R$ 5.000, e o Conselho Federal de Contabilidade, R$ 33 mil.

Nenhuma delas firmou qualquer tipo de acordo de confidencialidade.

"Não constou essa exigência no contrato", informou, por exemplo, a Associação Comercial de Minas. Segundo a entidade, Marina teve outras exigências: seguranças, transporte terrestre com motorista e ar-condicionado e dieta especial, por causa de suas restrições alimentares.

Outras cinco instituições confirmaram o acordo para manter sob sigilo o valor pago, admitindo não ter sido exigência de Marina, mas procedimento interno padrão, e oito entidades disseram que Marina não cobrou pela apresentação. As demais não responderam aos questionamentos ou se recusaram a dar informações. Está na Folha, que voltou fazer campanha para Aécio

sábado, 20 de setembro de 2014

Por que a Marina ataca o BNDES?...Porque o dono do Itaú não gosta do banco!


Marina é candidata de um assunto só:Petrobras. Mas hoje, a candidata do banco Itaú abriu uma exceção; está atacando o BNDES nas redes sociais

E, por que Marina não gosta do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),  empresa pública federal, cujo principal objetivo é financiar de longo prazo a realização de investimentos em todos os segmentos da economia, de âmbito social, regional e ambiental?

Por que o banqueiro, Roberto Setúbal, dono do Itaú, que sustenta Marina, também não gosta, como vocês podem ver na imagem
 
 O programa de governo de Marina, que talvez tenha sido escrito por sua amiga Neca Setubal, que também é dona do Itaú,  defende a redução dos subsídios dos bancos públicos, como BNDES, BB e Caixa. São esses subsídios que fomentam o desenvolvimento e programas federais.

Se fosse colocado em pratica esse tipo de  programa de governo, o que aconteceria? Não só a Petrobras (que a Marina odeia) perderia a importância, e acabaria com o subsídio,como acabaria o  Minha Casa Minha Vida. E o mais grave é que também não ia ter Plano Safra do agronegócio ou da agricultura familiar porque hoje todo o dinheiro do Plano Safra é subsidiado pelo governo federal e tem a participação dos bancos públicos. E mais, sem os subsídios, não haveria programa de investimentos, para, por exemplo  em metrô.

Marina tem ideias  aventureiras, obscurantistas e atrasadas. Elas fazem parte de uma proposta aparentemente avançada, demagógica e, sobretudo, não sei a que interesses servem. Mas, imaginamos, a quem interessa

Quanto ao banco "dá" dinheiro, como Marina disse, o único banco que nós sabemos que dá dinheiro,  é o Itaú, mas só para Marina Silva


Janot é contra direito de resposta para Marina em inserção do PT



O procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, encaminhou na quarta-feira, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um parecer no qual se posiciona contra a concessão de um direito de resposta para que a campanha de Marina Silva responda às informações apresentadas pelo programa de televisão da adversária Dilma Rousseff sobre a proposta do pré-sal. A coligação de Marina quer ter direito a um minuto no programa de Dilma para responder o que considera como distorção maliciosa e evidente do seu programa de governo veiculada no sábado, 13.

Os advogados da candidata do PSB entraram com uma ação no TSE para rebater a afirmação de que Marina é contra a exploração de petróleo do pré-sal e que eliminaria os recursos provenientes dessa fonte que seriam aplicados na saúde e na educação. O Tribunal pode apreciar a ação, que não teve pedido de liminar, ainda nesta quinta-feira. Em defesa, Dilma e sua coligação defendem que a peça respeita os princípios que regem a propaganda eleitoral e que a campanha de Marina pretende transferir uma discussão absolutamente política, que deve ser tratada no âmbito dos debates políticos, para o âmbito jurídico.

Em sua manifestação, Rodrigo Janot afirma que, para se obter um direito de resposta, é preciso haver uma ofensa, ainda que indireta, a algum candidato, partido ou coligação partidária. "Na espécie, não se verifica que a afirmação ''Marina tem dito que, se eleita, vai reduzir a prioridade do pré-sal ()'' e que 'isso significaria que a educação e a saúde poderiam perder 1 trilhão e 300 bilhões de reais' 'E que milhões de empregos estariam ameaçados em todo País' tenha aptidão de ofender a candidato, partido político ou coligação", afirma o procurador-geral Eleitoral no parecer.

Anteriormente, Rodrigo Janot já havia se posicionado em três ações contra outro pedido de direito de resposta para Marina no programa de Dilma, sobre as peças que continham críticas à proposta da ex-ministra de conceder autonomia operacional ao Banco Central. O TSE, que ainda não julgou o mérito das ações, negou um dos três pedidos de concessão de liminar para retirá-las do ar.

Petrobrás é vítima de ataque especulativo por parte da campanha de Marina


O antro de especulação conhecido como Merril Lynch, adquirido pelo Bank of América depois de ter contribuído para quebrar instituições do mundo inteiro na crise de 2008, quando foi flagrado como um dos maiores distribuidores de títulos podres dos Estados Unidos (os famosos subprime), acaba de promover um criminoso ataque especulativo contra a Petrobrás, maior empresa brasileira.

Para quem ainda não sabe, Bank of America Merrill Lynch, banco americano, tem se reunido com a candidata Marina Silva, inclusive, foi deles que Marina cobrou entre 100 e 200 mil reais por um jantar. 

Agora vejam que interessante:  O coordenador de comunicação da campanha de Marina, o  jornalista Alon Feuerwerker, usou sua conta no Twitter para, "dar dica". Nada de mais se não fosse mais uma especulação com o intuito de prejudicar a Petrobras... 

Um relatório oficial do Merril Lynch, divulgado em outubro de 2013 com grande repercussão na mídia brasileira, apontou a Petrobrás como "a empresa mais endividada do mundo". O resultado foi a queda dos papéis da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que em janeiro deste ano alcançaram o recorde negativo de cerca de R$ 15 por ação.

Após empurrar as ações da estatal brasileira para baixo, em uma manobra ardilosa, o BofA/Merril Lynch executou a segunda parte do golpe. Segundo matéria no portal 247, entre os dias 20 e 24 de janeiro, quando as ações da Petrobrás chegavam ao seu ponto mais baixo, os especuladores de plantão na corretora do BofA se encheram de ações desvalorizadas da companhia.

Um levantamento publicado no site Infomoney, revela que o Merrill Lynch comprou no período nada menos que 12,9 milhões de ações ON e outros 3,7 milhões de papéis PN da companhia. Ou seja, primeiro difamou a empresa para derrubar o valor das suas ações e, em seguida, uma vez conseguido o intento, comprou os mesmos papéis com o objetivo de açambarcar os lucros da sua recuperação.

Será que estamos descobrindo de onde parte os boatos?

A presidente Dilma  reagiu com irritação às especulações das bolsas de valores dizendo que essa variação do mercado em função das pesquisas eleitorais é "ridícula". Para a presidente, "especulação tem limite" e "tem alguém ganhando dinheiro com isso", assegurando que não é ela.

A reação da presidente foi a uma pergunta sobre a oscilação do mercado nos últimos dias, quando as ações da bolsa caíram e o dólar subiu por causa da melhoria dos índices da pesquisa a favor da reeleição da petista. "Acho ótima a reação da bolsa. Quando a bolsa cai, eu falo: será que eu subi?", ironizou. "Está ficando ridículo isso. Especulação tem limite. E acho que tem gente ganhando com isso e eu não sou. Eu perco", desabafou a presidente, em tom de irritação. "Eu acho desagradável o fato de acharem que uma coisa está vinculada à outra, quando sobe ou quando desce", completou.


Com Marina é assim: Manda que eu te obedeço


Com a Marina é assim...
Basta mandar e a candidata muda de opinião  para agradar

Ás 6 horas,  da manhã, desse sábado (20), a Folha publicou: “Agronegócio só apoia Marina se ela reescrever programa”
Em seguida....Às 10:47, também dessa manhã de sábado (20), o jornal O Globo,(imagem). levou a resposta para o Agronegócio

De acordo com a matéria publicada no Globo, o candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva, Beto Albuquerque (PSB), sinalizou neste sábado alterações no plano de governo do partido para o agronegócio para minimizar tensões entre a candidata e o setor. 

Em discurso para alguns dos principais líderes e empresários do agronegócio no 3º Fórum Nacional de Agronegócios, em Campinas (SP), neste sábado, Beto falou em meritocracia no índice de produtividade e foi aplaudido pela plateia.

Ibope: Estratégia de vitimização voltou-se contra Marina


 A estratégia de vitimização, usada pela campanha Marina Silva (PSB) ,voltou-se contra a própria candidata. A análise é do diretor do Ibope Hélio Gastaldi, responsável pela unidade de Opinião, Política e Comunicação do instituto de pesquisas. Em um mês, a rejeição de Marina dobrou.

Agora, além de driblar as críticas dos oponentes, Marina terá de mostrar firmeza para tentar passar mais credibilidade como candidata a presidente, disse Gastaldi ao  jornal Valor Econômico

“O aumento da rejeição de Marina já era esperado. Em um primeiro momento, só os pontos positivos foram exibidos e depois ela ficou envolvida em uma agenda negativa. Mas a estratégia de vitimização teve efeito contrário”, afirmou o diretor do Ibope. “Agora ela terá de correr atrás do prejuízo, já que perdeu a chance de mostrar firmeza. Ao se fazer de vítima e mostrar ingenuidade aos ataques das outras campanhas, ela perde a credibilidade”, analisou.

A estratégia de Marina foi uma resposta ás criticas de  Dilma. Segundo o diretor do Ibope, essa estratégia petista teve impacto na candidatura do PSB e ajudou a aumentar a rejeição da candidata. “Mas não deve surtir mais efeito na campanha”, disse.

Segundo pesquisa Datafolha divulgada hoje, a rejeição de Marina é de 22%, maior do que a de Aécio, com 21%. A rejeição de Dilma é de 33%. Há um mês, na pesquisa realizada entre os dias 14 e 15 de agosto, a rejeição de Marina era de 11%; a de Aécio era 18% e Dilma, 34%.

Para Gastaldi, se o primeiro turno demorasse mais algumas semanas — e não se realizasse dentro de suas semanas — as intenções de voto em Marina teriam uma redução significativa. “O voto dela é o mais volátil. É um voto do momento. Se a campanha tivesse uma duração maior, Marina teria mais a perder do que ganhar”, afirmou. Nesse mesmo cenário,  o candidato do PSDB, Aécio Neves, em terceiro lugar nas pesquisas, poderia resgatar parte das intenções de votos, que migrou em sua maioria para a candidata do PSB.

Na análise do diretor do Ibope, o cenário eleitoral está estável e deve manter o atual quadro, com a presidente Dilma na liderança, seguida por Marina. As duas candidatas devem disputar um provável segundo turno e a tendência, “pelo histórico das pesquisas”, é que tenha uma “sutil ampliação”  da diferença entre as duas candidatas. Segundo a pesquisa divulgada hoje pelo Datafolha, Dilma tem 37% e Marina, 30%. Já Aécio tem 17%.

Gastaldi afirmou que a intenção de voto dos candidatos tende a oscilar, mas sem mudanças significativas. “Não é esperada nenhuma grande movimentação no cenário eleitoral”, disse. “O cenário é estável”.

Apesar do aumento da rejeição de Marina, a candidata do PSB tem a melhor imagem entre os principais presidenciáveis  nas redes sociais, de acordo com análise feita pelo Pollitics, uma ferramenta do Ibope que monitora os comentários sobre os candidatos nas redes sociais. Dilma está em segundo lugar na contagem dos comentários positivos publicados na internet e Aécio, em terceiro.

Segundo o estudo, os comentários no Twitter sobre as eleições cresceram 115% da primeira semana de julho até a primeira semana de setembro, de 249 mil postagens para 536 mil.Valor Econômicoi

Alô, militância! Sábado e domingo, todos nas ruas no #FimdeSemanaDilmais


Nesse fim de semana a militância vai ocupar as ruas em todo o Brasil para demonstrar apoio à nossa presidenta Dilma Rousseff!

O #FimdeSemanaDilmais acontecerá no sábado e domingo (20 e 21 de setembro) em várias cidades brasileiras. Vamos ocupar praças, praias e parques para celebrar a primavera e pedir mais mudanças e mais futuro para o nosso país.

Convoque os amigos, a família, o gato, cachorro e papagaio. Vamos todos participar do #FimdeSemanaDilmais! O dia da eleição está chegando e precisamos garantir a continuidade das mudanças que mudaram a vida de milhões de brasileiras.

Confira aqui onde serão os eventos em sua cidade e espalhe essa ideia.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

É inacreditável, Marina promete a ruralistas mudar as leis contra o trabalho escravo


Marina agrada a ruralistas ao propor mudança nas regras sobre trabalho escravo

 É a anti-princesa Isabel!


Marina  propõe nova redação de artigo do Código Penal; ruralistas enxergam chance de retirar expressões como “jornada exaustiva” e “condições degradantes”

Ao propor uma “nova redação” para o artigo 149 do Código Penal, que trata das condicionantes que caracterizam o trabalho escravo no Brasil, o programa da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, abre uma janela para o desejo da bancada ruralista de conseguir no Congresso uma mudança nas regras que tratam do tema.

A proposta de nova redação consta do programa de governo detalhado, apresentado por Marina, há cerca de um mês, o mesmo que gerou polêmica em relação ao plano de dar independência ao Banco Central e recuos da candidata em relação à criminalização da homofobia e apoio ao casamento gay. Marina aponta que a direção da mudança deve ser no sentido de dar mais clareza ao artigo, no entanto, não indica que mudanças pretende defender.

“Propor nova redação para o Artigo 149 do Código Penal, de modo a tipificar de forma mais precisa o crime de submeter alguém à condição análoga à de escravo”, diz o texto divulgado pela campanha entre as propostas publicadas na página 205, do capítulo 6, que trata do Eixo “Cidadania e Identidades”.

A modificação é encarada pelos ruralistas como um espaço para suprimir duas condicionantes expressas na lei para caracterizar o trabalho escravo: a submissão de trabalhadores à “jornada exaustiva” ou a “condições degradantes” de trabalho.

Essas duas expressões entraram na legislação brasileira em dezembro de 2003, por meio da Lei 10.803, que modificou a antiga redação do Código Penal. Na época, o texto previa como condicionantes apenas as práticas de “trabalho forçado” e “servidão por dívida”, consideradas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Na época, a própria OIT enxergou a mudança um avanço com o para tipificar melhor as práticas modernas de escravidão.

A primeira página é aquela que fica...


Na manhã de  quinta feira (18),o jornal Folha de São Paulo, estampou na primeira página do jornal online, com fonte extra grande, uma enorme manchete: "Sob governo Dilma, desigualdade no Brasil aumenta pela primeira vez desde 2001" (Imagem abaixo). A notícia, ocupou a primeira página, quase o dia inteiro. Algo incomum por se tratar de um jornal online, Mas, contra Dilma, vale tudo.
 A falsa notícia, além de ter sido comemorada pelos adversários de Dilma, também ganhou manchete no jornal imprensso, (aquele que fica pendurado nas bancas de jornais), nessa sexta feira (19) (Veja imagem abaixo)
Depois do estrago feito, depois de favorecer Aécio e Marina, que discursaram com acusações contra a presidenta, eis que a Folha escolhe um cantinho na página  "Mercado", em letras miúdas,  bem longe dos olhares dos leitores do jornal, para publicar um "Erramos"
 Se o jornal estivesse mesmo empenhado em consertar o "erro", teria publicado o "erramos" na primeira página do jornal. Com o mesmo destaque que deu a notícia mentirosa

A notinha diz "Diferentemente do que informou o título da reportagem "Sob governo Dilma, desigualdade no Brasil aumenta pela primeira vez desde 2001" (Mercado - 18/09/2014 10h00), não é possível afirmar que a desigualdade no país aumentou apenas com base no crescimento de 0,002 do indicador que mensura a distribuição dos rendimentos do trabalho e de 0,001 do que mede as fontes de rendimento. Os dados apontam que há uma estagnação do modelo de redução da desigualdade. O texto foi corrigido

 Pelo que vemos, o jornal  não estava produzindo informação, estava produzindo uma intervenção no debate eleitoral, uma intervenção motivada, uma "informação interessada", motivada pela sua posição política de direita.

A pessoa que lê o jornal quando fica pendurado na frente da banca – lê a manchete da primeira pagina. E é por isso que mancheteiro é cargo de confiança do dono. Ele diz qual a bandeira do dono.

Ex-vice de Aécio é procurado pela Polícia.


O ex-senador Clesio Andrade, ex-vice governador de Aécio Neves (PSDB), é procurado pela Polícia Civil do DF para cumprir mandato de condução coercitiva – quando a pessoa é detida para prestar depoimento.

O motivo é a Operação São Cristóvão, comandada pela Polícia Civil do Distrito Federal.

É investigado por desvio de mais de R$ 20 milhões da União repassados ao Sest/Senat entre 2011 e 2012 para a realização de cursos profissionalizantes.

A Polícia Civil pede a prisão temporária do ex-senador.

Andrade é réu no mensalão tucano, de 1998. Filiado ao PFL, foi escolhido por Aécio para ser seu vice-governador, exercendo o mandato de 2003 a 2007.

Com o escândalo do mensalão em 2005, submergiu para suplência de senador nas eleições de 2006 na chapa composta por Aécio candidatando-se à reeleição e com Eliseu Resende (PFL) candidatando-se ao senado. Com a morte de Eliseu, Clesio Andrade assumiu a cadeira no senado, renunciando recentemente quando ia ser julgado no STF pelo mensalão tucano. Com a renúncia seus advogados pediram para o processo sair do STF e voltar para a primeira instância em Minas Gerais, e conseguiram evitando a condenação definitiva.

A amizade e compadrio político com Aécio levou o então governador tucano a nomear a mulher de Clésio para o Tribunal de Contas do Estado de Minas, órgão responsável por aprovar as contas de Aécio e do próprio marido no primeiro mandato.

Lula: “Tem uma que inovou tanto que o Pedro Simon é senador.É uma nova política extraordinária!”



O ex-presidente Lula participou ontem do comício de Tarso Genro  evento no Rio Grande do Sul No discurso, Lula disse que  governador e candidato à reeleição Tarso Genro do   PT  tem um legado para debater, Lula afirmou que é preciso ir para às ruas, "não xingar" ou "tratar mal os adversários" e sim para "debater um legado com aqueles que não nos aceitam". "Se não tem legado, faz promessa de futuro. Se a gente tem legado, a gente defende o que a gente fez", disse.
 Lula falou sobre a postura  de defender a nova política e falou sobre o  fato de Marina dizer que pretende governar com os "melhores quadros" da política. "É muito fácil as pessoas dizerem: ''nós queremos uma nova política''. É muito fácil dizer: eu vou governa com os ''miós''. Onde estão os ''miós''? Que vocês não encontram?", disse Lula
 Lula questionou ainda "onde está essa nova política fora da política?". "É como se a Igreja Católica tentasse se reformar fora da igreja. Não é possível mudar a política fora da política", afirmou. Lula ainda citou o presidente americano Barack Obama e disse que se fosse fácil governar com os melhores, Obama "não estaria comendo o pão que o diabo amassou na mão dos republicanos".

Lula disse ainda que os melhores quadros não são os intelectuais, nem que se mede a capacidade pela quantidade de livros que alguém leu. "Os ''miós'' é que conhece a alma do povo", disse.

Em seu discurso, Lula voltou a dizer que os brasileiros têm muitos motivos para andar de cabeça erguida e afirmou que foi o governo do PT que fez a nova política no País. "A nova política nós fizemos quando acabamos com o complexo de vira-latas, de sermos subordinados ao FMI", disse. A nova política foi feita com o partido a partir da política de orçamento participativo. "Chamamos o povo para ser gerente em nossa administração", completou.

Lula ainda comentou o fato do senador Pedro Simon (PMDB) ter desistido da aposentadoria e anunciar que vai disputar a reeleição, após a morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB). No Rio Grande do Sul, o candidato era Beto Albuquerque (PSB), que acabou alçado a companheiro de chapa de Marina Silva ao Palácio do Planalto. "Tem uma que inovou tanto que o Pedro Simon é senador.É uma nova política extraordinária", ironizou.

Eleição no Rio Grande do Sul

Em defesa da reeleição de Tarso, Lula disse que "não vai se conformar" se não quebrar o tabu de nunca um governador ter sido reeleito no Rio Grande do Sul. "Temos uma razão para defender a reeleição e debater com os outros", disse afirmando que o governador "recuperou a autoestima dos gaúchos. "Não nos perdoaremos se não quebrarmos esse tabu."

Dilma amplia vantagem sobre Marina


A vantagem da presidente Dilma, candidata à reeleição, sobre a candidata do PSB, Marina Silva, passou de três pontos porcentuais para sete pontos no primeiro turno, de acordo com pesquisa do Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira, 19. As intenções de voto na petista oscilaram de 36% para 37%, enquanto na ex-ministra caiu de 33% para 30%. O senador Aécio Neves (PSDB) oscilou de 15% para 17%, na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no último dia 10. Em um eventual segundo turno, Dilma e Marina aparecem empatadas tecnicamente.

Os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) aparecem com 1% cada. Não atingiram 1% das intenções de voto os candidatos José Maria (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB). Votos em branco e nulos se mantiveram em 6% e indecisos também ficaram estáveis em 7%.
 O levantamento Datafolha foi encomendado pela Folha em parceria com a TV Globo. Foram ouvidos 5.340 eleitores em 265 municípios entre 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95% - se forem feitos 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00665/2014.

Segundo turno.

 Dilma e Marina aparecem tecnicamente empatadas em um eventual cenário de segundo turno. Enquanto Marina tem 46%, Dilma obteve 44% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% ante 43% de Dilma. A diferença havia chegado a 10 pontos porcentuais no final de agosto, diminuiu para 4 pontos na semana passada e agora está em 2 pontos.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Aécio, a atual presidente ganharia por 49% a 39%. No último levantamento, a petista tinha 49% contra 38% do tucano.

No cenário entre Marina e Aécio, a ex-senadora caiu de 54% para 49%, na comparação com a sondagem anterior, enquanto o tucano subiu de 30% para 35%.

Rejeição.

A taxa de rejeição de Dilma se manteve estável em 33%. O índice de Marina passou de 18% para 22% e o de Aécio, de 23% para 21%.

Candidatos protestam contra opiniões de Marina sobre Lei dos Royalties


'A posição de Marina sobre os royalties é uma agressão ao Rio'
 Os candidatos ao Palácio Guanabara e políticos do Rio receberam com preocupação a declaração da presidenciável do PSB, Marina Silva, sobre a Lei dos Royalties. Na quarta-feira, Marina se declarou favorável ao projeto aprovado no Congresso Nacional em 2012 que diminui os valores atuais de redistribuição de recursos para o Rio.

Para o candidato do PR, Anthony Garotinho, a opinião da candidata é lamentável. "Isso arrebenta o Rio de Janeiro. Isso é muito grave. Ao se colocar contra o direito do Estado do Rio, já que os royalties são uma indenização como bem prevê a Constituição, a candidata não está medindo as consequências para os estados e os municípios produtores. Hoje o estado e muitas prefeituras sem royalties têm suas finanças inviabilizadas", afirmou Garotinho. Para ele, se os royalties do petróleo foram rediscutidos, então outros recursos naturais também terão que ser reavaliados. "Eu lamento e espero que ela reflita", completou Garotinho.

O governador e postulante à reeleição pelo PMDB, Luiz Fernando Pezão, disse que o candidato do Rio na disputa pela Presidência da República precisa ser alguém que assuma a responsabilidade pelos projetos que dependem dos recursos oriundos dos royalties. "O petróleo é a nossa maior riqueza. A bandeira do petróleo é a nossa bandeira. E vai ser sempre. O estado não pode prescindir dessa riqueza que movimenta a nossa economia. Movimenta toda uma indústria, como estaleiros e fábrica de sondas", defendeu Pezão.

Já o presidente do PT no Rio, Washington Quaquá, afirmou que a posição de Marina é uma agressão ao Rio. "Ela não tem demonstrado preparo ao falar de economia e desenvolvimento, mas pior do que isso tem tido uma posição liberal e pró-imperialismo americano. Marina como candidata tem sido pior que a Marina que todos julgavam conhecer. Sua posição sobre o pré-sal é uma agressão ao Brasil e sobre os royalties é uma agressão ao Rio. Calada Marina é uma poetisa, falando é uma tragédia", afirmou Washington Quaquá, presidente do PT no Rio.

Ontem em campanha no Espírito Santo, a candidata do PSB voltou a falar do assunto, mas disse que preferia aguardar uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a questão. "Nossa proposta é de honrar os contratos e aguardar a decisão da Justiça", afirmou Marina.

Rio perderia R$1,6 bilhão por ano

A Secretaria de Fazenda estima que o Rio perderia, por ano, R$ 1,6 bilhão caso aLei dos Royalties seja implementada como foi aprovada no Congresso Nacional.

O impasse na lei aguarda decisão do STF desde que o Congresso derrubou no ano passado o veto da presidenta Dilma Rousseff. A petista queria retirar o artigo que permitia a mudança nos atuais contratos.

Pela maneira como ficou aprovada a Lei dos Royalties no Congresso e que Marina se diz ser favorável, os estados produtores, que recebem 26% do dinheiro, teriam a fatia reduzida para 20%. Para os municípios, a diminuição é mais severa: iriam de 26,25% para 15% no ano seguinte, chegando a apenas 4% em 2020. O prejuízo estimado é de R$ 27 bilhões até 2020.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Marina censura crítica a BC independente em vez de defendê-lo em seu programa


Se Marina tem argumentos favoráveis à sua proposta de Banco Central independente, deveria mostrá-los e deixar o eleitor tirar suas próprias conclusões. Ao censurar Dilma, impede a comparação e o debate

O procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, deu parecer favorável ao pedido da candidatura de Marina Silva para censurar a propaganda eleitoral na TV de Dilma Rousseff que critica a proposta de Banco Central independente defendida pela candidata do PSB.Na inserção é mostrado um paralelo entre uma reunião de banqueiros decidindo os rumos da economia nacional de acordo com seus interesses privados, sem controle de um governo eleito pela soberania popular, e os possíveis efeitos que pode provocar na vida das famílias, como desemprego, arrocho nos salários e aposentadorias e cortes em direitos sociais.Leia a matéria completa aqui

Lindberg vai para o 2o. turno, mas Garotinho humilhou a Globo jogando na cara a sonegação e apoio à ditadura.



Eu acredito de verdade que Lindberg Farias (PT-RJ) irá para o segundo turno contra Pezão (PMDB-RJ) nas eleições para governador do Rio de Janeiro. Isso porque, agora, na reta de chegada, o voto de quem não quer Garotinho nem Pezão, irá se concentrar em Lindberg.

Quem duvida deve se lembrar que fenômeno semelhante aconteceu nas eleições para prefeito do Rio em 2008 no 1o. turno, quando Gabeira (argh!) acabou recebendo votos "úteis" de diversas vertentes do eleitorado porque outros candidatos ficaram sem chances de ir ao segundo turno naquele ano.

Acho que só depende da militância vestir a camisa, não baixar a cabeça para as pesquisas, nem para o PIG e ir à luta para levar os argumentos que nós temos para mostrar que são os melhores projetos de governo para os estados.

Também acredito muito que coisa semelhante pode acontecer com Padilha em São Paulo, com Rui Costa na Bahia, Gleisi no Paraná. Todos devem crescer de forma mais acelerada na reta de chegada, e se a militância não vacilar colocam eles no segundo turno. Fácil não é, mas toda batalha e todo desafio é difícil. Vence quem tem vontade de vencer e luta.

Tarso Genro no Rio Grande do Sul e Agnelo em Brasília praticamente já estão no segundo turno, mas se a militância partir para cima, mesmo que a eleição vá para o segundo turno, chega embalado para vencer. Pimentel em Minas tem grande chance de vencer no primeiro turno, mas não pode haver salto alto. Se a militância relaxar pode diminuir a vantagem que tem hoje.

Mas nem por isso, posso deixar de registrar o "show" de Garotinho (PR-RJ) na entrevista concedida ao telejornal RJTV da TV Globo. Naquele estilo de interrogatório que William Bonner usou no Jornal Nacional a apresentadora bombardeou Garotinho com perguntas sobre corrupção em seus governos anteriores.

Garotinho deu o troco citando o escândalo da sonegação bilionária no imposto de renda pela Globo na aquisição dos direitos de transmissão da Copa da Fifa em 2002.

A apresentadora Mariana Gross ficou nervosa, em apuros, tentou rebater, no final da entrevista leu "queria reiterar que a TV Globo nada sonegou, que a TV Globo paga seus impostos".

Eis o diálogo travado:

Garotinho: "Por exemplo, acusação todo mundo tem. Agora mesmo acusaram a Globo de estar envolvida num desvio milionário, com laranjas, em paraísos fiscais. Não sei se a Globo é culpada, eu até acho que é. Mas é opinião minha, quem vai dizer isso é o juiz, não sou eu, né? Disseram que a Globo sonegou bilhões..."

Mariana Gross: Candidato, o tema aqui não é a TV Globo.

Garotinho: Eu sei, mas eu estou só dizendo a você como é que às vezes injustiças acontecem. A Globo pode estar sendo vítima de uma injustiça.

Mariana Gross: Candidato, a Globo não sonegou nada, candidato. Quero deixar isso claro para o senhor.

Garotinho: Não, não. Quem está dizendo isso é o inquérito aberto na Polícia Federal.

Em outra passagem questionado sobre mudar de ideia hoje, incoerente em relação ao que fez quando governou no passado, Garotinho respondeu

"Olha, mas quantas coisas na vida as vezes a gente faz autocrítica? Por exemplo, a Globo apoiou a ditadura. Depois, passou um tempo, fez uma autocrítica e reconheceu que não deveria ter apoiado a ditadura".

Isso não é motivo para votar em Garotinho, e não creio que a entrevista tenha virado votos. Quem gosta dele continuará votando nele, quem não gosta continuará não votando, e quem estava indeciso continuou indeciso. Mas Garotinho saiu ganhando, pois o objetivo da entrevista era tirar votos dele, e quem saiu perdendo foi a Globo.

Nestas horas, quem teve carreira profissional de radialista, como é caso de Garotinho, leva vantagem, pois consegue "nocautear" os apresentadores da Globo.

Apesar de Dilma ter oficialmente o apoio de Lindberg (PT), Crivella (PRB), Garotinho (PR) e Pezão (PMDB) no Rio, nosso blog apoia Lindberg porque ele é o mais fiel ao projeto de governo popular e progressista de inclusão social, de desenvolvimento, de participação e respeito aos movimentos sociais e trabalhadores, de depuração das instituições, coisas que deram tão certo nos governos Lula e Dilma. Lindberg é quem tem o melhor projeto para fazer no Rio o que Lula e Dilma fizeram no Brasil.